terça-feira, 1 de dezembro de 2009

♥ A Dádiva do Amor


1 de Dezembro de 2009
(Isaías 7:14; 9:6-7)
A Dádiva do Amor

"- Mestre, qual é o grande mandamento na lei?" Perguntou o doutor da lei que fora falar com Jesus. Prontamente veio a resposta:
"- Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo."
Em outra ocasião, o Senhor ensinou: "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama".
Umas poucas linhas de um musical muito querido, A Noviça Rebelde, sugere um curso de ação muito recomendável:

Um sino não é um sino até que seja tocado,
Uma canção não é uma canção até ser cantada,
E o amor que há em seu coração não deve ali permanecer -
Amor não é amor se você a ninguém o oferecer.

Uma velha avó vivia com a filha e o neto. À medida que foi ficando mais fraca e débil, em vez de ajudar no trabalho de casa, tornou-se um estorvo constante. Quebrava pratos e copos, perdia facas, derramava água. Certo dia, exasperada porque a mulher idosa tinha quebrado outro prato valioso, a filha mandou o neto comprar um prato de madeira para a avó. O menino hesitou, sabendo que o prato de madeira humilharia a avó. Mas a mãe insistiu, então ele foi. Voltou trazendo não apenas um, mas dois pratos de madeira.
"Pedi-lhe que comprasse um só", disse a mãe. "Você não me ouviu?"
"Ouvi, sim", disse o menino. "Mas comprei o segundo prato para que haja um para a senhora usar quando ficar velha."

Temos geralmente a tendência de esperar a vida inteira para expressar amor e gratidão a outra pessoa pela bondade ou ajuda oferecida muitos anos antes. Talvez uma experiência assim tenha levado George Herbert a dizer: "Você que tantas coisas [me] deu, conceda-me só mais esta: Um coração agradecido".

"O Senhor tem dois lares: o céu e um coração agradecido".
Muito poderia ser dito sobre a dádiva do amor. Contudo, um de meus poemas favoritos resume muito bem essa dádiva preciosa:

Já chorei à noite
Por minha falta de visão
Por deixar de ver as necessidades de alguém;
Mas nunca até hoje
Senti o menor remorso
Por ter sido bondoso demais.
(Richard L. Evans)

Thomas S. Monson

(A Liahona - Dezembro de 2006, "Dádivas Preciosas", Páginas 6 e 7.)

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